Reinventamo-nos vezes sem conta… ás vezes até cansa sermos nós próprios… Fazemo-nos promessas depois das experiencias não terem resultado, que vezes sem conta acabamos por quebrar no desejo incerto de sermos felizes…

Quantas portas se tem de bater, até que alguma se abra e possamos lá descansar… há um arrasto do tempo que pesa nas costas, uma sombra no agora que não nos deixa saltar pró futuro…

No tecto do quarto passam os filmes da nossa existência, quando com a cabeça na almofada sonhamos com os olhos despertos…

 

 

 

 

 

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