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Depois daquele dia e da história do homem água que o meu avô me contará, eu nunca mais fui o mesmo e a minha vida mudou.

Seis anos depois, a convite da ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida,  o espectáculo O homem que queria ser água volta à cena,
pelas 17h do dia 28 de Novembro na Biblioteca Municipal de Palmela.

6 anos depois o espectáculo foi recriado. Além da narração da história do personagem Agua e da sensibilização para o mundo da água e para as questões ambientais, o conto digital criado a partir do próprio espectáculo e reconhecido internacionalmente pela Electronic Literature Collection 3, integra agora a ação. 

O conto digital é projectado em cena, juntamente com a performance do actor.
O mundo da personagem em 2 registos simultâneos: o da personagem e a virtualidade do seu pensamento e imaginação. Um espectáculo que  simultaneamente conta a sua própria história numa animação digital.

Uma proposta que põe em causa os limites do teatro, a dramaturgia da cena e a própria narrativa. Aliciando o espectador numa narrativa transdisciplinar, escolhendo a forma como quer seguir a história do homem que passou a sua vida, a estudar a natureza com o propósito de se transformar em água. 


Apareçam! A entrada é livre 😉

Site do espectáculo, aqui.
Vídeos do conto digital projectados em cena:

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No próximo dia 21 de Novembro, terá lugar a 4ª e última sessão das Water Talks. O convidado é o Biólogo e Instrutor de Mergulho, Nuno Coelho. A água também é todo um mundo subaquático, rico em fauna e flora, com tesouros de barcos de outros tempos e muitos plásticos da actualidade. Um mundo desconhecido para a grande maioria de todos nós.

Nuno Coelho irá abordar a água, segundo essa visão subaquática. Uma partilha da experiência e consciência do que se sente e vê, com particular incidência no lixo que se encontra nos mares.

Eu e o Nuno, além de amigos de longa data, temos um curso de teatro em conjunto, alguns espectáculos e colaborações…  e ambos, de forma diferente, uma grande ligação com a água. Foi também o Nuno, como contador de histórias da tradição oral, que me orientou no inicio de todo este projecto – os ensaios do espectáculo O homem que queria ser água –  curiosamente, 6 anos depois, volta à cena no dia 28 de Novembro na Biblioteca Municipal de Palmela.

Além deste ciclo de conversas terminar com uma visão diferente sobre a água,  também a água dará origem a  uma conversa teatral de amigos e sonhadores.  Onde? No sitio do costume – Roca Lisboa Gallery – onde as pessoas nos tratam com um sorriso nos lábio e tudo flui como a água. Como sempre as inscrições são gratuitas e obrigatórias, aqui.

De ante mão, um obrigado a todos aqueles que me acompanham desde a 1ª conversa e à Sónia que me lançou o desafiou. Grato!

As Water Talks estão de regresso já no próximo dia 19 de Setembro, pelas 18:30 na Roca Gallery, Restauradores, Lisboa. Esta sessão contará com a presença do primeiro convidado das sessões, o Prof. José Moura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNLisboa.

José Moura irá abordar, do ponto de vista químico, a água como uma substância surpreendente com propriedades únicas e de enorme importância para os seres vivos.

José Moura é também um dos responsáveis pelo espectáculo O homem que queria ser água, que deu origem a todo o projecto, incluindo as Water Talks.
O projecto O homem que queria ser água, promove uma consciencialização artística em torno da ontologia da água, mais info aqui.

Vagas limitadas por isso as inscrições são obrigatórias, apesar de gratuitas aqui.

Be Water! My Friend!

As Water Talks despedem-se até 19 de Setembro quando terá lugar a 2ª Sessão, com o primeiro convidado, o Prof. José Moura, Químico e Director da Biblioteca da Faculdade de Ciências e Tecnologia da U. Nova Lisboa  que abordará a água segundo as suas características ímpares como substância e elemento químico.

O meu agradecimento a todos os presentes na 1ª sessão das Water Talks e a toda a equipa da Roca Gallery.

 

A relação do homem com a água tem vindo a modificar-se ao longo dos últimos séculos. A humanidade perdeu o contacto espiritual com o arquétipo da água e, num futuro muito próximo, arrisca-se a perder o elemento físico que é a água.

As Water Talks têm como ponto de partida o acréscimo da presença da água como matéria na investigação e na arte contemporânea do Século XXI, os problemas ecológicos e de sustentabilidade ambiental, bem como um trabalho pessoal, com mais de 6 anos, de sensibilização artística sobre a ontologia da água, o projecto O homem que queria ser água.

O aumento da presença da água na arte contemporânea deve-se principalmente às mudanças tecnológicas e científicas, aos novos meios de codificação da informação, aos problemas ecológicos, à privatização e a uma nova consciência do individuo e da humanidade. A água constitui para um grande número de investigadores e artistas contemporâneos um elemento material que tem a capacidade de ligar a experiência do mundo actual com um sentido profundo e primogénito da mudança, do devir, de uma relação do ser humano com o tempo e com a natureza.

As Water Talks são constituídas por um ciclo de 4 sessões, cada uma delas com temáticas diferentes e 3 convidados especialistas que aprofundarão os temas apresentados na primeira sessão.

Talk 1 | 13 Julho
Nesta primeira conversa serão abordados os assuntos e as temáticas do texto anterior. Como forma de aliciar as pessoas para as seguintes conversas, onde esses assuntos serão tratados mais aprofundadamente por especialistas nos mesmos.

Talk 2 | 19 Setembro
Será abordada a água como elemento da natureza. A sua origem, o seu valor, as suas qualidades e características ímpares, o seu arquétipo de movimento, o líquido dos sonhos e dos devaneios, a mediadora da vida e da morte e a sua simbologia para o homem. A Memória da Água – desde um ponto de vista científico serão abordados conceitos de phenomenology, fluxo, flowforms, memória da água e ressonância.

Talk 3 | 19 Outubro
A terceira conversa centra-se na tecnologia e nas tecnologias de informação, nos videojogos e no papel da água na arte contemporânea, incorporando-se como interface, meio e presença material, avaliando os processos como componentes da obra de arte.

Talk 4 | 21 Novembro
Segue-se a quarta e última conversa onde colocaremos em questão o papel da arte, da ciência e dum pensamento holístico ou consciência associada, não esquecendo que a água suscitou a curiosidade, a sensibilidade, a espiritualidade e a criatividade da humanidade desde a sua origem.

As inscrições são obrigatórias e gratuitas no site da Roca, aqui .

Mais info no site:


A humanidade precisa de se libertar do conceito de deus e diabo, e admitir que ela mesma faz o bem e o mal. | George Orwell

Em menos de 24h, a PJ descobre uma árvore fulminada por uma descarga de um raio no meio de um cenário cinza e carbono… SIRESP – não há comunicação de um serviço que nunca funcionou bem… não se deixa bombeiros virem ajudar porque podem atrapalhar… criam-se linhas de apoio e taxamos 10 cêntimos pela iniciativa e por cada chamada… “Não há enquadramento legal para a não cobrança de IVA”, nas chamadas afirma o Ministério das Finanças. Em 2016 ” O Ministério da Administração Interna recusou concentrar na Força Aérea os meios aéreos do Estado para combate a incêndios e emergência médica. ”
Indústria dos incêndios em Portugal !? Acho que nunca ouvi falar disso…

Revoltado?! Em certa parte… mas deixem me ser egotista! Já sou cota, não tenho filhos e duvido que os vá ter… os meus pais já viveram a sua vida… a minha família não é muito grande e já vão estando crescidos… agora vocês que têm filhos, já pensaram o que estão a deixar a eles?… talvez não, porque estão mais interessados no vosso status, no vosso iPhone de última geração e em ir de férias para um lugar paradisíaco para depois postarem umas fotos por aqui… e no entanto nem reparam que atiraram com a beata ou o lenço do ranho para o chão enquanto levavam a criança pela mão…

Mas pronto, o egoísmo impera… como numa conversa recente alguém dizia que como os dinossauros desapareceram, também será natural que os humanos o façam, destruindo se a eles mesmos – é natural!

Põe mais laços pretos aqui no teu perfil e uns smiles com uma lágrima, escreve bonitos parágrafos de solidariedade, enquanto estás sentado no teu escritório ou no sofá … demostra que estás abalado… e? O que vai isso mudar, se os que morreram ja lá vão… e tu vais continuar a pensar que não te chega a ti e aos teus… e tu vais continua a ser enganado e empalado a força toda!

Pelo Facebook corre uma daquelas máximas que diz algo como: as palavras não contam nada, o que contam são as acções!

Ando muito confuso com esta noticia da baleia azul! Para falar verdade, com muitas que por ai circulam – e não vou falar na crise do jornalísmo…
Além dos posts sensacionalistas, inclusive a PSP já fez um vídeo. Contudo o IPDJ (Inst. P. Juventude) partilhou um artigo do Sapo Tek que investigou melhor a coisa conjuntamente com o  Centro Internet Segura Portugal – para quem não sabe que existia, deixo o link – https://www.internetsegura.pt – e lá está!, parece que não é bem como se conta por ai…

… no outro dia perguntava aos meus amigos do conselho científico se seria verdade… logo me responderam que sim e tal, que tinham lido e tal, na Russia e tal…

Mesmo assim desconfiei! Desconfio sempre dos conselhos científicos e afins… Creio mesmo que nasci para por essas coisas em causa, para quebrar muros, conceitos e coisas instituídas… constantes, compêndios e verdades – tudo muda e está sempre a mudar! Como se pode, num tempo cada vez mais veloz, rápido e em cataclismo, aceitar compêndios e constantes de décadas e décadas, bem como verdades absolutas!?

Creio que vivemos numa era em que tudo deve ser posto em causa – o sistema obriga a isso! E se pensarem um pouco, todos o fazemos, quando vamos ao supermercado e desconfiamos que a fruta é fresca ou é mesmo da origem que a etiqueta diz… Quando vamos à Segurança Social ou às Finanças e acabamos por ter de engolir sapos… e isso, para mim é transversal a tudo: o sistema não se interessa por ti: pessoa. – O sistema interessa-se por ti: número.

Um outro exemplo disso é o sistema de saúde, os médicos, as políticas e a industria farmacêutica – só o nome industria farmacêutica, cof cof

Sou fã de uma máxima que corre pelo facebook onde se diz que só os tolos sabem tudo e um sábio aprende algo novo todos os dias. Essa qualquer coisa pode ser apenas duvidar. Duvidar e não acreditar na informação… só porque se viu no canal tal ou no tal jornal… Até o papa Francisco será capaz de mentir para não ter de falar no terço da outra. Tudo depende. Tudo vive de interesses e manipulações nos dias de hoje…. e com o que mais podes contar é com a tua intuição, com aquela sensação na garganta e no estômago que fazem com que algo te faça ficar alerta.