Be Water! My Fiend!

Neste dia Nacional da água – 1 de Outubro – sinto que a mesma tem ficado um pouco em segundo plano nesta nova telenovela das alterações climáticas…
Talvez porque me toque mais – o projecto O homem que queria ser água                (
https://homemahgua.wixsite.com/teatro ) faz este ano 8 anos. 8 anos de pesquisas e inquietações sobre este líquido ímpar e vital. Contudo, a capa do Courrier Internacional deste mês – de onde são as fotografias – corrigiu o meu pensamento e volta a pôr em causa, quanto a mim, um verdadeiro problema vital que nos seca a passos largos… 

Acredito na ação e culpa do homem nestas questões ambientais – apesar de alguns cientistas dizerem que sempre houve alterações climáticas, que o que está a acontecer tem a ver com a alteração do eixo da terra, com manchas solares e raios galácticos… apesar do CO2 ser uma pequena parte da nossa atmosfera e por isso não poder ter este efeito de aquecimento sugerido, apesar dos modelos climáticos não serem de confiança e de alguns outros cientistas – estando ou não comprados/manipulados – lançam o pânico no sentido do aquecimento global. O medo, essa coisa que sempre fez e fará mover multidões…
Não se esqueçam que com o aquecimento da temperatura, a evaporação da água e a sua procura será bem maior. 

Mas apesar de tudo isto, acredito que os incêndios, a desflorestação, a poluição, a destruição e abolição de nascentes, os desvios de cursos de água, o não tratamento de resíduos, o consumismo de nós todos, as poucas políticas e directivas ecológicas, bem como os monopólios de grandes marcas, entre outras tantas coisas, afetam – sobremaneira – o ecossistema da terra. 

Gosto muito do James Lovelok, britânico, ambientalista e pesquisador independente, que escreveu o livro A vingança da Terra, onde a Terra é considerada um superorganismo – Gaia (terra para os antigos Gregos). Um sistema complexo, integrado e autorregulado, em que os seus organismos vivos e o seu ambiente físico evoluem sofrendo influencias recíprocas que objectivam a preservação da vida. Lovelok diz que hoje em dia “sabemos que a Terra, efectivamente, se autorregula, mas descobrimos demasiado tarde que essa regulação está a falhar e que o sistema da Terra avança rapidamente para um estado critico que colocará em perigo a vida que alberga”.
…. o que me parece bastante lógico e natural, porque vamos ver… tudo tem uma acção>reação! Se eu por exemplo te der uma chapada, tu vais devolver-me outra… ou pelo menos vais ficar com a cara vermelha e a latejar, e é se não te soltar o sangue do nariz, porque a minha mão é grande…

Sobre a Greta não falo… gostava de não pensar nisto, mas por vezes tenho a sensação que toda esta telenovela da emergência climática, é uma manobra de dispersão para surgir algo – que seja ele o que for, não será bom concerteza…

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