Hoje adormeceu um corpo orgânico.

Do outro lado do rio, na Caparica, no espaço da Agora. Três escadinhas se tinham de descer ou simplesmente descer só de uma vez… e estávamos lá.

De ténis, meias ou descalços – estes últimos já eram maioria – entregavam-se calmamente ao corpo, a ouvir, a sentir… questionando certamente, mas sem refutar, sem pestanejar – pelo menos, nunca apanhei nenhum a faze-lo…

Quando nos dizem que se esqueciam de lá fora e das suas rotinas, volto a sentir na pele a função terapêutica que o Teatro também é. Pela possibilidade do autoconhecimento, pelo brincar a enfrentar medos e receios de dentro e de fora. Das dinâmicas associadas a um grupo que nasce – troca, partilha, energia, conexão

E claro está, fico sempre maior e agradeço por me darem ouvidos e pela vossa entrega. Até Logo 🙂

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