– Nunca mais faças isso!, peço-te por favor…

– Mas porquê? O que é que eu fiz?

– Nada

Apetecia-me por um post. Fui buscar os Jacarandás. Creio que este ano floresceram mais tarde, mas não tive atento à crónica deste ano do António Barreto no Público, por isso não sei… mas como sempre, num destes dias da semana que já não existe, fiquei estarrecido a admirá-los! Têm, para mim, uma cor mágica, espiritual…

Quando vivia lá pró Rato, avistávamos um Jacarandá mesmo da janela da sala… e era sempre um renovar de satisfação quando começava a florir… poucos dias depois, já lá em baixo na calçada, quando vinha da esplanada, já no chão, as suas folhas, podiam-se apanhar. Saudades do Rato.

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